A expulsão do meia Thiago Santos no final do primeiro tempo e, principalmente, o gol olímpico de Ayrton anulado pelo árbitro após sinalização do auxiliar Bruno Boschilia, foram o principal foco da reclamação dos londrinenses. O bandeira alegou que a bola fez uma trajetória por fora do campo antes de chegar à área e entrar no gol coxa-branca, em falha do goleiro Vanderlei. O lance é polêmico.
Na verdade, a bronca não é nova e se estende à arbitragem paranaense de maneira geral. Ela surge sempre que o torcedor sente que seu time foi prejudicado em confrontos contra as equipes de Curitiba. No primeiro turno, quando o Londrina teve um pênalti não marcado pelo árbitro Leandro Junior Hermes nos acréscimos do jogo também contra o Coxa, no Estádio do Café, a reação da torcida alviceleste foi igualmente intempestiva.
Fica a sensação, para os torcedores, de que os erros são propositais, de forma a favorecer os times curitibanos, o que é veementemente negado pelo chefe da arbitragem do Paraná, o londrinense Afonso Vitor de Oliveira (veja box).
Na verdade, a bronca não é nova e se estende à arbitragem paranaense de maneira geral. Ela surge sempre que o torcedor sente que seu time foi prejudicado em confrontos contra as equipes de Curitiba. No primeiro turno, quando o Londrina teve um pênalti não marcado pelo árbitro Leandro Junior Hermes nos acréscimos do jogo também contra o Coxa, no Estádio do Café, a reação da torcida alviceleste foi igualmente intempestiva.
Fica a sensação, para os torcedores, de que os erros são propositais, de forma a favorecer os times curitibanos, o que é veementemente negado pelo chefe da arbitragem do Paraná, o londrinense Afonso Vitor de Oliveira (veja box).
Protestos O leitor Amauri Ribeiro de Campos endereçou sua mensagem de indignação ao governador Beto Richa. “O sr., como torcedor do Londrina EC (sic), por favor, mande embora o seu secretário de Esporte (Evandro Rogério Roman), pois veja só o que ele fez com o nosso querido Tubarão (...)”, escreveu, sugerindo que a Federação Paranaense de Futebol escale o londrinense Heber Roberto Lopes, também árbitro da Fifa, nos jogos do LEC.
A leitora Carolina Arfelli Silva disse que Roman “é o maior inimigo do Tubarão”. “Não marcou faltas claras, criou impedimentos, anulou gol! Isso é ser árbitro da Fifa?”, questionou. Rogério Eduardo Ribeiro defendeu que no jogo deste domingo, diante do Toledo, no Estádio do Café, a torcida alviceleste leve faixas de protestos contra o nível da arbitragem paranaense.
Segundo ele, os sucessivos erros no apito acabam por enfraquecer o próprio futebol do Estado. “Quem perde com tudo isso é o futebol paranaense, que hoje já perdeu espaço para o Campeonato Catarinense, entre tantos outros. E o reflexo vai além, em um passado próximo tivemos a queda do Coritiba, e agora do Atlético”, analisou o torcedor.
A leitora Carolina Arfelli Silva disse que Roman “é o maior inimigo do Tubarão”. “Não marcou faltas claras, criou impedimentos, anulou gol! Isso é ser árbitro da Fifa?”, questionou. Rogério Eduardo Ribeiro defendeu que no jogo deste domingo, diante do Toledo, no Estádio do Café, a torcida alviceleste leve faixas de protestos contra o nível da arbitragem paranaense.
Segundo ele, os sucessivos erros no apito acabam por enfraquecer o próprio futebol do Estado. “Quem perde com tudo isso é o futebol paranaense, que hoje já perdeu espaço para o Campeonato Catarinense, entre tantos outros. E o reflexo vai além, em um passado próximo tivemos a queda do Coritiba, e agora do Atlético”, analisou o torcedor.
Houve leitores que sugeriram, de forma irônica, que o Campeonato Paranaense fosse dividido. “Um para Coritiba e Atlético e outro para os restantes, pois só os dois da capital é que ‘podem’ ganhar... É uma vergonha o que os ‘árbitros’ fazem”, escreveu João Eduardo H. Fonseca.
Já o internauta Gilberto N. Z. Feijó disse que os sucessivos erros e a falta de uma punição mais rigorosa aos árbitros são fatores que mais desestimulam o torcedor do interior. “Ele sabe que no final sempre vai dar um time da capital, é carta marcada”, opinou.


